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	<title>Sucesso Académico &#8211; We Help. You Win</title>
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		<title>Método de Estudo</title>
		<link>https://wehelpyouwin.pt/metodo-de-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Feb 2024 15:07:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sucesso Académico]]></category>
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					<description><![CDATA[O método perfeito é aquele que se adequa às tuas características e permite-te apreender tanta matéria quanto possível e, claro, colocar em prática esse conhecimento teórico através da resolução de hipóteses.]]></description>
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<p><strong>A maioria dos nossos alunos, no primeiro contacto com a We Help. You Win. relata problemas relacionados com a metodologia de estudo.</strong> Porém, como já tive a oportunidade de esclarecer num texto anterior, boa parte dessas dificuldades estão, na verdade, relacionadas com a intensidade (ou falta dela&#8230;) de estudo ou com os momentos do dia que são eleitos para estudar, o que, naturalmente, condiciona a produtividade do aluno.</p>

<p>Dito isto, existem, claro, efetivos problemas com o método de estudo. Identifico dois tipos de erros que, facilmente, conseguimos, num plano de mentoria, corrigir:</p>

<h2 class="wp-block-heading"><strong>Erros de Método de Estudo</strong></h2>

<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. A organização das unidades de estudo</strong></h3>

<p>Já devem ter ouvido falar, por exemplo, do método pomodoro ou de outros equivalentes. Começo já por dizer que, na minha opinião, pomodoro é na pizza. No estudo de adultos, em especial, num curso como o de Direito, não acredito que seja o melhor método.</p>

<p>O que nós sabemos é que o estudo é feito no contexto de um ciclo: uma fase de ascensão, em que o aluno, após alguns minutos em que ganha concentração, consegue alcançar a “velocidade cruzeiro”, a fase do planalto, em que estamos a estudar com um nível de absorção da matéria muito interessante e, depois, um momento, que pode ser mais ou menos abrupto, de queda, em que os níveis de foco colapsam e em que não faz mais sentido continuar o processo de estudo.</p>

<p>Não existem alunos iguais, mas podemos apontar para um standard de ciclos de 60 minutos – mais ou menos 10 minutos de ascensão, 45 de planalto e depois 5 de queda. Alguns alunos aguentam um pouco mais e podemos ir aos 90 minutos. Acima disso, não me parece ser boa ideia, tal como, estar a cada 25 minutos, como sugere o método pomodoro vai interromper o ciclo de estudo no melhor momento. Não tem sentido. O problema é que os alunos (muitos&#8230;) não gostam de estudar, pelo que caiem na tentação de despachar o estudo o mais rápido possível. Por exemplo, se eu lhes peço quatro horas de estudo, muitas vezes alocam das 10h as 14h e estão quatro horas seguidas a estudar para ficarem com resto do sábado livre.</p>

<p>Na verdade, no máximo, estudaram duas horas, nas outras duas só tiveram o manual aberto. Para estudar quatro horas, terá de ser qualquer coisa como isto: 10h-11h30 (ciclo um), depois uma hora de pausa, um ciclo mais curto de 60 minutos (12:30 – 13:30), uma pausa de uma hora, por exemplo, para almoçar e, depois, um ciclo longo das 14:30 às 16:00. Não é matemático, mas pensem sempre em reservar mais 50% das horas que precisam para estudar, ou seja, para um objetivo de 4 horas reservem 6, para um objetivo de 6 reservem 9.</p>
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									<h1 class="elementor-cta__title elementor-cta__content-item elementor-content-item">
						Podemos desenhar um plano personalizado para o teu caso!					</h1>
				
				
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						 Fala connosco!					</a>
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<h3><strong>2. Métodos de estudo interessantes, mas impossíveis de serem generalizados.</strong></h3>
<p><span data-doc-id="1270234000003896104" data-doc-type="writer">Resumir é um bom método: o aluno acaba por ler uma primeira vez, depois lê uma segunda, escreve (de forma resumida) e, no final, lê o resumo. Passa quatro vezes pelas mesmas ideias. Sucede, porém, que isso é impossível no contexto de cinco cadeiras. Talvez seja uma ideia a ponderar se, por exemplo, o aluno vai </span>à época de finalistas, tem apenas uma disciplina e dois meses de horizonte temporal até à prova. Mas não dá para recorrer a esse método, sistematicamente, durante um semestre.</p>
<p>Aquilo que sugerimos, em alternativa, é um roteiro de estudo que, dependendo do perfil do aluno, pode ser transformado num roteiro alargado, procurando otimizar as vantagens dos resumos sem perdermos demasiado tempo.</p>
<p>O método perfeito é aquele que se adequa às tuas características e permite-te apreender tanta matéria quanto possível e, claro, colocar em prática esse conhecimento teórico através da resolução de hipóteses.</p>
<p>Não existem alunos iguais, pelo que não podemos desenhar planos idênticos. <span style="color: #003034;"><a style="color: #003034;" href="https://wehelpyouwin.pt/#fale-connosco"><strong>Checka connosco qual é o plano adequado para o teu caso! </strong></a></span></p>
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		<title>4 Passos para o sucesso académico</title>
		<link>https://wehelpyouwin.pt/sucesso-academico-em-quatro-passos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Tiago Mendonça]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sucesso Académico]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma grande parte dos alunos que nos procura na We Help. You Win. está, nesse momento, a defrontar-se com obstáculos para corresponder de forma adequada aos desafios académicos proporcionados no contexto da licenciatura em Direito. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma grande parte dos alunos que nos procura na We Help. You Win. está, nesse momento, a defrontar-se com obstáculos para corresponder de forma adequada aos desafios académicos proporcionados no contexto da <a href="https://wehelpyouwin.pt/#licenciatura">licenciatura em Direito</a>. Alguns, simplesmente, não conseguem aproveitamento numa ou em várias disciplinas, sendo que nos casos mais graves acabam por ficar retidos ou atrasar o momento da conclusão da licenciatura. Noutras situações, embora os alunos estejam a conseguir aproveitamento nas diversas unidades curriculares, as classificações são baixas e a média de curso não configura uma proposta de valor suficientemente atrativa para empolgar potenciais empregadores.</p>



<p>Desses alunos, uma esmagadora maioria considera que essas dificuldades são motivadas ou pela ausência de um método de estudo eficaz, ou por dificuldades genéricas na resolução das hipóteses práticas. Porém, após a reunião de diagnóstico, quase sempre detetamos que o problema não está aí, mas a montante. Na verdade, pequenas alterações no plano de estudo do aluno, incrementando a sua intensidade de estudo, desbloqueiam o estrangulamento ao sucesso académico que nos é relatado pelo aluno na primeira reunião.</p>



<p>Ao longo destes quase dez anos de trajetória, em que trabalhámos com milhares de alunos, constatámos que:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O sucesso académico depende da concretização de um plano de estudo assente em quatro passos</strong>:</h2>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Intensidade de Estudo</strong></h3>



<p>Em primeiro lugar, a intensidade de estudo, ou seja, a definição do número de horas de estudo que é necessária para atingir os objetivos propostos em cada disciplina. A maior parte dos alunos estuda menos do que é necessário e, quase sempre, não tem mecanismos de autoavaliação instituídos, pelo que acha que estuda mais horas do que efetivamente estuda. A concretização deste primeiro passo (intensidade de estudo correta – nem mais, nem menos – e avaliação semanal do desempenho) é crucial para o sucesso académico.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Eficiência do Estudo</strong></h3>



<p>Depois, a eficiência do estudo. Qual é a melhor forma de estudar? Através de microciclos de estudo, por exemplo, 30-10-30, ou, diferentemente, com ciclos médios, exemplificativamente 60-30-60? Depende muito do perfil do aluno e da sua disponibilidade real para estudar. Não é igual montar um plano de estudo para um “estudante profissional” ou para um trabalhador-estudante. </p>



<p>Muitas vezes o aluno tem a perceção errada de que “rende mais” a estudar, por exemplo, em microciclos, mas comprovamos após um pequeno período em que propomos que mude esse hábito que é mais eficiente para aquele aluno um plano baseado em ciclos longos. E em que momento do dia se deve estudar? Tudo isso é definido no plano de estudo semanal que fazemos para o aluno.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Método do Estudo</strong></h3>



<p>É muito raro que o aluno tenha, efetivamente, um problema de método de estudo. Em Direito, não há grandes segredos a este respeito: leitura de bibliografia adequada (outro problema: muitos alunos estudam o que o colega também está a ler ou apenas o que professor recomenda ao invés de procurarem bibliografia alternativa e mais adequada às suas características) e resolução de casos práticos. </p>



<p>Momentos de preparação das aulas e consolidação da matéria intercalados com momentos de leituras mais teóricas. Numa ou noutra disciplina, pode funcionar fazer pequenos resumos, mas esse método, embora interessante, é quase impossível de aplicar como regra pela sua morosidade.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Aplicação Prática</strong></h3>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-19971242afed68c873a5e3799171029a">Finalmente, o quarto passo é a aplicação prática do conhecimento teórico. O problema é que como o aluno está a estudar pouco, ineficientemente e, por vezes, com má metodologia, acaba por resolver erradamente os casos práticos, isto é, quando o aluno nos diz que o seu problema é resolver casos práticos ou gerir bem o tempo nas provas, a maior parte das vezes isso é apenas uma consequência de falhas anteriores. </p>



<p>Se estudei pouco ou mal, não sei suficientemente sobre o tema para perceber como devo montar uma resposta ou pelo menos vou perder demasiado tempo a perceber qual é o âmago da questão. Além disso, como o estudo não foi feito segundo um plano semestral, o aluno acaba por estar a ler “matéria nova” na véspera do exame, não ficando com tempo para treinar modelos de resposta a hipóteses práticas, por exemplo, tentando responder a exames anteriores.</p>



<p>Cada plano de estudo é único e irrepetível porque, naturalmente, cada aluno também o é. A má notícia, é que, em Direito, não cumprir estes quatro passos significa não fazer o curso ou, pelo menos, não o fazer no tempo adequado e com demonstração de conhecimentos que sinalize ao mercado uma proposta de valor de qualidade. Direito é um curso que exige estudo (muito!), pouco dado a milagres de última hora, ou a rasgos de genialidade desprovidos de estudo consistente. A boa notícia é que cumprindo com o plano de estudo que preconizamos é quase impossível não atingir o sucesso académico.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Vamos a isto?</strong></p>
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